Fontes:
1,5. Banco Interamericano de Desenvolvimento. Energia na América Latina e Caribe.
2,3,4. Banco de Desenvolvimento da América Latina-CAF, ALADI, Arpel, CEPAL. Energia: una visão sobre os desafios e oportunidades na América Latina e Caribe, 2013.

Visão de Impacto

Tornar as matrizes energéticas da América Latina mais sustentáveis, seguras e inclusivas.

Agenda Comum de Ação

  • Promover a participação e o debate de qualidade sobre uma visão energética de longo prazo que consolide o planejamento de energia e confira maior relevância a aspectos socioambientais na definição de políticas públicas de energia.
  • Promover marcos regulatórios que facilitem a utilização de energias renováveis não convencionais e promovam a eficiência energética, contribuindo para a diversificação da matriz energética e para a segurança energética.
  • Incentivar o acesso a energia de qualidade, através de tecnologias limpas, eficientes e modernas para setores excluídos, visando que a América Latina cumpra a meta proposta pelas Nações Unidas de acesso universal a energia em 2030.

Mudanças

  • Incidência na agenda pública e política sobre uma matriz energética limpa, segura e sustentável no Chile

    Um diálogo entre atores de diversos setores foi estabelecido visando o estabelecimento de acordos políticos e técnicos sobre a matriz energética no Chile e a construção democrática da política energética no país.

    Valor Agregado da Avina:
  • Duas novas leis estimulam as energias renováveis no Chile

    Foi promulgada a Lei 20.257, conhecida como Lei 20/25, que estabelece que até o ano de 2025, 20% da energia comercializada no país deverá provir de energias renováveis não convencionais (ERNC) como energia solar, eólica, de biomassa, com pequenas centrais hidroelétricas, geotermia, entre outros. Além disso, foi promulgada a Lei de Concessões Elétricas (Lei 20.701), que acelerará os procedimentos necessários para outorgar concessões, contribuindo assim para o aumento dos investimentos e da competitividade do mercado de energia elétrica, especialmente com a incorporação de ERNC.

    Valor Agregado da Avina:
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Principais Parcerias em 2013

Fundação Solar

Com quem promovemos a consulta e participação cidadã para o planejamento energético na Guatemala.

Grupo de Energia Renovável da Argentina

Com quem contribuímos para o debate sobre a diversificação da matriz energética no âmbito do Poder Legislativo.

Mesa Solar

Conjunto de organizações com quem trabalhamos visando políticas de eficiência energética no Uruguai.

Plataforma Cenários Energéticos na Argentina, Brasil e Chile

Parcerias de instituições nas quais a Avina participa para promover o debate transparente em assuntos energéticos na Argentina, Brasil e Chile.

OAK Foundation

Com quem trabalhamos na participação de diversos atores para definir políticas energéticas no Cone Sul voltadas para a mitigação das mudanças climáticas.

Programa Chile Sustentável

Com o qual, através do Observatório Parlamentar Cidadão, promovemos incidência política nas discussões legislativas com participação cidadã.

Rede Nacional de Organizações da Sociedade Civil para Energias Renováveis (RENOVE)

Lidera a Plataforma Latino-Americana de Energias Sustentáveis e Igualdade apoiada pela Avina e outras organizações da sociedade civil que promovem o acesso a energia e o desenvolvimento de tecnologias de geração sustentável.